Uma sessão para ver se sua ideia para de pé.
Design, IA e pesquisa misturados em tempo real para validar ideias.
ComeçarO manifesto
O público está na sala não no relatório
A IA barateia o erro não o rigor
Todo protótipo nasce para ser descartado
Ciclo curto e visível vence ciclo longo e polido
A decisão é humana a execução é da IA
Cada rodada registra o protótipo e o motivo
Um roadblock ao vivo é conteúdo não bug
Quem participa como público participa por inteiro
Coletar
O time tem uma intenção, ainda não tem hipótese. Esta etapa transforma o ruído em fato e produz a primeira hipótese.
Como rodar
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O que fazer
Um instrumento recolhe dores cruas do público: um formulário, um QR na tela ou uma rodada verbal. A pergunta é aberta, sem opção de resposta: "qual a dor que você mais sente agora em [área]?". Depois vem a clusterização ao vivo, o voto na dor que mais pesa e o descarte das que a sala considera fora do tema.
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Papel da IA
Resume as dores cruas em clusters quando são muitas. Quem escolhe a dor que importa é o público, no voto.
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Ferramentas
Um instrumento para recolher dores e um quadro para clusterizar. No piloto FIA, um Google Form e uma planilha.
Instrumento -
Saída esperada
Uma dor concreta, escrita como um comportamento num contexto. E a primeira hipótese, já dimensionada.
Enquadrar
Define a hipótese específica desta rodada, numa frase que dá para testar. "O que acham do produto?" não conta como framing.
Como rodar
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O que fazer
Formular a hipótese numa frase testável e específica. Exemplo: "o público entende o valor da proposta X sem explicação verbal". O facilitador garante que o enquadramento seja específico o suficiente para gerar sinal real.
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Papel da IA
Ajuda a transformar uma intuição vaga numa hipótese testável e específica. Aponta hipóteses já testadas em rodadas anteriores da sessão, para evitar repetição.
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Ferramentas
Quadro ou documento compartilhado. Registro das hipóteses já testadas, para não repetir rodada.
Onde registrar -
Saída esperada
Uma frase-hipótese testável.
Gerar
Com apoio de LLM, produz o artefato mínimo que testa a hipótese. Ele dura uma rodada e vai fora.
Como rodar
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O que fazer
Gerar o protótipo mínimo que testa a hipótese: uma tela, um fluxo de 3 passos, uma copy de oferta, um mockup, um roteiro de conversa.
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Papel da IA
Gera variações rápidas de copy, layout e fluxo, incluindo várias versões em paralelo quando a rodada pede comparação direta. Antes de expor variações lado a lado, confirme que cada uma testa uma coisa diferente. Três telas que mudam só a cor valem por uma. Reduza a fricção de ferramenta: sintaxe de prompt, formato de saída. Não elimine a fricção de tradução: entender por que a IA devolveu algo diferente do esperado é o próprio aprendizado. Não dê a resposta pronta.
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Ferramentas
Um LLM ou ferramenta de prototipagem rápida: a que o operador dominar. Cada projeto escolhe a sua.
Feito com um LLMClaudeChatGPTGeminiv0LovableBolt -
Saída esperada
Um protótipo testável. Visual, textual, conversacional ou físico, conforme a hipótese pede.
Forma do protótipo
Expor
O protótipo é colocado na frente do público-alvo, ali, ao vivo. O que importa é observar o que o público faz. Pergunta de opinião genérica não serve.
Como rodar
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O que fazer
Dar ao público uma tarefa concreta, sem explicação prévia. Exemplo: "publiquem um item agora, do jeito que vocês entenderem". Observar onde hesitam, o que ignoram, o que perguntam no meio da tarefa. Não pergunte a opinião depois. Se a exposição só rendeu respostas educadas como "legal" ou "faz sentido", ela ainda não aconteceu. Repita com uma tarefa antes de seguir. O protótipo fica congelado durante a exposição. Ajuste no meio contamina o sinal. Mexer no protótipo é assunto da próxima rodada.
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Papel da IA
O papel da IA aqui é mínimo, de propósito: este é o momento humano a humano. No máximo, ela transcreve ou registra. Exceção: se o próprio protótipo testado for uma interface conversacional, aí a IA é o protótipo em teste.
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Ferramentas
O próprio protótipo da rodada, no ar. Ao lado dele, uma tarefa concreta escrita antes de o público chegar.
Formato do protótipo -
Saída esperada
Observações concretas: o que fizeram, onde travaram, o que perguntaram, o que ignoraram.
Decidir
O time interpreta as observações e decide: manter, descartar, ou pivotar a hipótese para a próxima rodada.
Como rodar
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O que fazer
Interpretar os padrões observados na exposição e decidir o rumo da próxima rodada, ou fechar a sessão.
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Papel da IA
Resume observações quando há muitos participantes ou sinais simultâneos. Sugere de 2 a 3 hipóteses candidatas para a próxima rodada. A escolha final é do time.
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Ferramentas
Um log de sessão curto: hipótese → mostrado → o que mudou → observado → selo → decisão.
Registro -
Saída esperada
Hipótese da próxima rodada e o registro do porquê da mudança.
O que você faria hoje se pudesse ver a reação do público ainda nesta sessão?
Aplicar o FFD